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Nossos cases
Territórios e negócios que se tornaram o que realmente são.


Innovacity Granja Marileusa
Um bairro que se tornou o que sempre quis ser.
A Granja Marileusa é um bairro planejado em Uberlândia com uma história singular: nasceu de uma fazenda de família, carrega no nome e no DNA a memória de um lugar de encontro, trabalho e celebração.
Com incentivos fiscais para empresas de tecnologia e âncoras como a Algar já estabelecidas, o bairro tinha todos os ingredientes para se tornar um distrito de inovação brasileiro. Mas após 10 anos de existência, o potencial ainda não havia se materializado. O bairro existia — mas ainda não era o que queria ser.
A Licornne aplicou a metodologia InnovaCity em parceria com o Sebrae-MG e a Granja Marileusa Desenvolvedora. Uma Fotografia Panorâmica profunda do território — sua identidade, sua história, suas cadeias de valor, suas relações institucionais e seu ecossistema local — revelou o que estava latente e o que estava travando a transformação.
Da escuta nasceu uma visão integrada: um distrito de inovação com alma de bairro. Não uma cópia de modelos importados, mas um modelo construído a partir da identidade real da Granja — prosperidade econômica, qualidade de vida e inovação como dimensões de um mesmo movimento. Foram desenvolvidos artefatos físicos, de network e econômicos para ativar o ecossistema e atrair o perfil certo de empresas, moradores e investimentos.
O bairro está em transformação visível. O boulevard e o parque foram construídos e contam com ampla presença humana. Comércio relevante chegou. Novos produtos de incorporação estão em desenvolvimento. A estratégia modelada pela Licornne orienta as decisões da desenvolvedora e da AME — a associação que governa o bairro. A Granja Marileusa está se tornando o que sempre quis ser.
Clientes: Sebrae-MG / Granja Marileusa Desenvolvedora
Metodologia: InnovaCity
Uberlândia, MG — 2024
A Granja Marileusa é um bairro planejado em Uberlândia com uma história singular: nasceu de uma fazenda de família, carrega no nome e no DNA a memória de um lugar de encontro, trabalho e celebração.
Com incentivos fiscais para empresas de tecnologia e âncoras como a Algar já estabelecidas, o bairro tinha todos os ingredientes para se tornar um distrito de inovação brasileiro. Mas após 10 anos de existência, o potencial ainda não havia se materializado. O bairro existia — mas ainda não era o que queria ser.
A Licornne aplicou a metodologia InnovaCity em parceria com o Sebrae-MG e a Granja Marileusa Desenvolvedora. Uma Fotografia Panorâmica profunda do território — sua identidade, sua história, suas cadeias de valor, suas relações institucionais e seu ecossistema local — revelou o que estava latente e o que estava travando a transformação.
Da escuta nasceu uma visão integrada: um distrito de inovação com alma de bairro. Não uma cópia de modelos importados, mas um modelo construído a partir da identidade real da Granja — prosperidade econômica, qualidade de vida e inovação como dimensões de um mesmo movimento. Foram desenvolvidos artefatos físicos, de network e econômicos para ativar o ecossistema e atrair o perfil certo de empresas, moradores e investimentos.
O bairro está em transformação visível. O boulevard e o parque foram construídos e contam com ampla presença humana. Comércio relevante chegou. Novos produtos de incorporação estão em desenvolvimento. A estratégia modelada pela Licornne orienta as decisões da desenvolvedora e da AME — a associação que governa o bairro. A Granja Marileusa está se tornando o que sempre quis ser.
Clientes: Sebrae-MG / Granja Marileusa Desenvolvedora
Metodologia: InnovaCity
Uberlândia, MG — 2024


Uso Futuro - Mina de Águas Claras
Uma mina que pode se tornar símbolo internacional de uma cidade.
A Mina de Águas Claras é um ativo singular de Belo Horizonte — uma cratera de 400 metros de diâmetro na borda da Serra do Curral, símbolo da identidade do belo-horizontino, cercada por mata nativa e com um lago de águas turquesa que inspiram. Encerradas as operações de mineração, a Vale se viu diante de uma pergunta rara: "como fazer esse espaço se tornar um 'case mundial de fechamento de mina'?"
Todo sábado e domingo, 1.200 pessoas pulam a cerca para fazer trilhas, pedalar e caminhar no interior da mina — mesmo sem autorização, mesmo com risco. Essa demanda espontânea diz tudo sobre o que aquele território representa para a cidade.
A Licornne foi contratada pelo Consórcio Gaia, em parceria com a Vale, para modelar o potencial de negócios dos cenários de uso futuro da MAC. Nossa contribuição central foi a modelagem de negócios, a ideação das propostas de valor e o modelo econômico-financeiro dos cenários — especialmente do Cenário 1, o parque eco-urbano de lazer, esportes e convivência.
A proposta que emergiu foi ambiciosa e concreta: transformar a MAC no marco inaugural da Estrada Real em Belo Horizonte — o ponto onde o belo-horizontino encontra a essência e a cultura do interior mineiro sem sair da capital. Um parque de classe mundial que resgate a vocação de esportes de natureza de BH, ancorado no slogan já vivo na cidade: "Eu amo BH radicalmente."
O modelo econômico desenvolvido pela Licornne foi pioneiro no Brasil para parques urbanos e fechamento de minas: área pública gratuita para todos, sustentada pelo subsídio cruzado das atrações pagas — bike park, esportes de aventura, gastronomia, eventos, hospedagem de baixo impacto. Acesso democrático com sustentabilidade econômica real, sem dependência de verbas públicas.
O resultado da modelagem foi inequívoco: todos os três cenários propostos são economicamente viáveis. A Vale tem liberdade de escolha baseada em impacto, não em restrição financeira.
Em 2024, a Vale e a Sense Bikes — maior fabricante nacional de mountain bikes — anunciaram parceria para o Bike Park da MAC. A visão virou contrato.
Clientes: Vale S.A. / Consórcio Gaia
Metodologia: Modelagem de Negócios / Inovação / Planejamento Territorial
Belo Horizonte e Nova Lima, MG — 2021
A Mina de Águas Claras é um ativo singular de Belo Horizonte — uma cratera de 400 metros de diâmetro na borda da Serra do Curral, símbolo da identidade do belo-horizontino, cercada por mata nativa e com um lago de águas turquesa que inspiram. Encerradas as operações de mineração, a Vale se viu diante de uma pergunta rara: "como fazer esse espaço se tornar um 'case mundial de fechamento de mina'?"
Todo sábado e domingo, 1.200 pessoas pulam a cerca para fazer trilhas, pedalar e caminhar no interior da mina — mesmo sem autorização, mesmo com risco. Essa demanda espontânea diz tudo sobre o que aquele território representa para a cidade.
A Licornne foi contratada pelo Consórcio Gaia, em parceria com a Vale, para modelar o potencial de negócios dos cenários de uso futuro da MAC. Nossa contribuição central foi a modelagem de negócios, a ideação das propostas de valor e o modelo econômico-financeiro dos cenários — especialmente do Cenário 1, o parque eco-urbano de lazer, esportes e convivência.
A proposta que emergiu foi ambiciosa e concreta: transformar a MAC no marco inaugural da Estrada Real em Belo Horizonte — o ponto onde o belo-horizontino encontra a essência e a cultura do interior mineiro sem sair da capital. Um parque de classe mundial que resgate a vocação de esportes de natureza de BH, ancorado no slogan já vivo na cidade: "Eu amo BH radicalmente."
O modelo econômico desenvolvido pela Licornne foi pioneiro no Brasil para parques urbanos e fechamento de minas: área pública gratuita para todos, sustentada pelo subsídio cruzado das atrações pagas — bike park, esportes de aventura, gastronomia, eventos, hospedagem de baixo impacto. Acesso democrático com sustentabilidade econômica real, sem dependência de verbas públicas.
O resultado da modelagem foi inequívoco: todos os três cenários propostos são economicamente viáveis. A Vale tem liberdade de escolha baseada em impacto, não em restrição financeira.
Em 2024, a Vale e a Sense Bikes — maior fabricante nacional de mountain bikes — anunciaram parceria para o Bike Park da MAC. A visão virou contrato.
Clientes: Vale S.A. / Consórcio Gaia
Metodologia: Modelagem de Negócios / Inovação / Planejamento Territorial
Belo Horizonte e Nova Lima, MG — 2021


Innovacity Parque dos Ferroviários - Araguari
De ruínas ferroviárias a motor de futuro coletivo.
A história de Araguari é uma história de conexão. A Ferrovia Goyaz conectou o Sudeste ao interior do Brasil, fez a cidade crescer, trouxe café, comércio e identidade. Quando a ferrovia foi desativada, deixou no centro geodésico da cidade um vasto patrimônio de galpões, oficinas e estruturas históricas — abandonado, esquecido, mas ainda pulsando memória.
A Licornne, em parceria com o Sebrae-MG, aplicou a metodologia InnovaCity para revelar o que aquele espaço poderia se tornar. A Fotografia Panorâmica de Araguari mostrou uma cidade em plena retomada econômica — crescimento de 46% na última década, enquanto Minas Gerais e Brasil estagnavam — mas com uma demanda reprimida de pertencimento, cultura e inovação que não tinha onde se expressar.
O que emergiu foi o Parque dos Ferroviários: não apenas um parque urbano, mas o coração reativado da cidade. Um espaço de cultura, encontros, gastronomia, inovação e turismo — construído a partir da identidade ferroviária de Araguari e atualizado para o século 21. Hub de inovação, fair livre, restaurante de referência, hotel horizontal nas casas restauradas dos ferroviários, centro turístico, espaço cultural e comunidade de inovação — tudo convergindo no mesmo lugar onde a cidade um dia foi fundada economicamente.
A proposta incluiu ainda um modelo pioneiro de Smart City implantado no parque — com energia renovável, conectividade, mobilidade sustentável e gestão por inteligência artificial — como piloto para toda Araguari.
O parque foi cocriado com o ecossistema local: lideranças empresariais, a FAEC, o poder público e a comunidade. Uma governança própria foi desenhada para garantir que o projeto não dependesse de um único ator para sobreviver.
Um pátio abandonado que pode se tornar o lugar onde Araguari se reencontra com seu futuro.
A história de Araguari é uma história de conexão. A Ferrovia Goyaz conectou o Sudeste ao interior do Brasil, fez a cidade crescer, trouxe café, comércio e identidade. Quando a ferrovia foi desativada, deixou no centro geodésico da cidade um vasto patrimônio de galpões, oficinas e estruturas históricas — abandonado, esquecido, mas ainda pulsando memória.
A Licornne, em parceria com o Sebrae-MG, aplicou a metodologia InnovaCity para revelar o que aquele espaço poderia se tornar. A Fotografia Panorâmica de Araguari mostrou uma cidade em plena retomada econômica — crescimento de 46% na última década, enquanto Minas Gerais e Brasil estagnavam — mas com uma demanda reprimida de pertencimento, cultura e inovação que não tinha onde se expressar.
O que emergiu foi o Parque dos Ferroviários: não apenas um parque urbano, mas o coração reativado da cidade. Um espaço de cultura, encontros, gastronomia, inovação e turismo — construído a partir da identidade ferroviária de Araguari e atualizado para o século 21. Hub de inovação, fair livre, restaurante de referência, hotel horizontal nas casas restauradas dos ferroviários, centro turístico, espaço cultural e comunidade de inovação — tudo convergindo no mesmo lugar onde a cidade um dia foi fundada economicamente.
A proposta incluiu ainda um modelo pioneiro de Smart City implantado no parque — com energia renovável, conectividade, mobilidade sustentável e gestão por inteligência artificial — como piloto para toda Araguari.
O parque foi cocriado com o ecossistema local: lideranças empresariais, a FAEC, o poder público e a comunidade. Uma governança própria foi desenhada para garantir que o projeto não dependesse de um único ator para sobreviver.
Um pátio abandonado que pode se tornar o lugar onde Araguari se reencontra com seu futuro.


Planejamento Estratégico Regional — Coração do Cerrado, MG
Uma região que descobriu sua força ao se tornar uma.
O Coração do Cerrado é uma iniciativa rara no Brasil: 13 municípios do interior de Minas Gerais que decidiram, juntos, construir uma identidade regional e um futuro econômico comum. Monte Carmelo, Coromandel, Iraí de Minas, Estrela do Sul, Indianópolis, entre outros — pequenos individualmente, mas com PIB conjunto de R$ 4,82 bilhões, equivalente ao 21º maior município de Minas Gerais.
A Licornne foi contratada pelo Sebrae-MG e pela Associação do Coração do Cerrado para revisar o Planejamento Estratégico Regional. O trabalho foi um mergulho presencial e profundo no território — visitando cidades, entrevistando lideranças, lendo a identidade de cada município e a identidade conjunta que ainda estava por se consolidar.
O diagnóstico revelou um território com cadeias de valor ricas e diversas — café especial, pecuária leiteira, lavoura branca, mineração de diamante, energia solar, celulose, comércio local — mas ainda operando de forma fragmentada, com cada cidade olhando para si mesma. A força da região estava latente e ainda não havia sido nomeada.
A Licornne mapeou as cadeias de valor e suas interligações, identificou os stakeholders e suas dinâmicas, diagnosticou gargalos e oportunidades, e propôs verticais estratégicas de desenvolvimento — incluindo o fortalecimento da marca regional, a criação de produtos com selo Coração do Cerrado (café, queijo artesanal, geleia de pitaia, vinho do cerrado) e uma estrutura de governança que integrasse as cidades menores sem deixá-las à margem das maiores.
A conclusão do trabalho foi clara: o Coração do Cerrado tem capacidade de se tornar protagonista estadual e nacional. Para isso, precisava de integração real entre seus atores — e de uma identidade tão forte que cada habitante da região se reconhecesse como parte dela.
O Coração do Cerrado é uma iniciativa rara no Brasil: 13 municípios do interior de Minas Gerais que decidiram, juntos, construir uma identidade regional e um futuro econômico comum. Monte Carmelo, Coromandel, Iraí de Minas, Estrela do Sul, Indianópolis, entre outros — pequenos individualmente, mas com PIB conjunto de R$ 4,82 bilhões, equivalente ao 21º maior município de Minas Gerais.
A Licornne foi contratada pelo Sebrae-MG e pela Associação do Coração do Cerrado para revisar o Planejamento Estratégico Regional. O trabalho foi um mergulho presencial e profundo no território — visitando cidades, entrevistando lideranças, lendo a identidade de cada município e a identidade conjunta que ainda estava por se consolidar.
O diagnóstico revelou um território com cadeias de valor ricas e diversas — café especial, pecuária leiteira, lavoura branca, mineração de diamante, energia solar, celulose, comércio local — mas ainda operando de forma fragmentada, com cada cidade olhando para si mesma. A força da região estava latente e ainda não havia sido nomeada.
A Licornne mapeou as cadeias de valor e suas interligações, identificou os stakeholders e suas dinâmicas, diagnosticou gargalos e oportunidades, e propôs verticais estratégicas de desenvolvimento — incluindo o fortalecimento da marca regional, a criação de produtos com selo Coração do Cerrado (café, queijo artesanal, geleia de pitaia, vinho do cerrado) e uma estrutura de governança que integrasse as cidades menores sem deixá-las à margem das maiores.
A conclusão do trabalho foi clara: o Coração do Cerrado tem capacidade de se tornar protagonista estadual e nacional. Para isso, precisava de integração real entre seus atores — e de uma identidade tão forte que cada habitante da região se reconhecesse como parte dela.


Comunidade de Prática de Inovação do Comércio — Coração do Cerrado
Inovação onde ela mais faz falta — e onde menos se esperava encontrá-la.
O comércio local é o maior empregador e a principal atividade econômica dos municípios do Coração do Cerrado. Mas estava sofrendo: o e-commerce avançava, Uberlândia ficava cada vez mais próxima com seus shoppings e comércio desenvolvido, e os pequenos comerciantes da região não tinham ferramentas nem comunidade para reagir.
A Licornne criou uma Comunidade de Prática de Inovação do Comércio — um modelo simples, acessível e longevo para uma região sem massa crítica de inovação formada. A comunidade reuniu comerciantes líderes e professores de faculdades locais como âncoras. Juntos, assistiam cursos online de inovação, trocavam experiências e aplicavam o que aprendiam diretamente nos seus comércios.
O resultado foi real e mensurável: melhoria na oferta dos produtos e serviços, aumento de vendas e fortalecimento dos negócios locais. Mais do que isso — a comunidade ganhou vida própria, tornou-se longeva e dinâmica, com impacto duradouro na cultura de inovação do comércio regional.
Um projeto que provou que inovação não precisa de ecossistema sofisticado para acontecer. Precisa de pessoas certas, de uma comunidade real e de uma metodologia que respeite o território onde está sendo aplicada.
O comércio local é o maior empregador e a principal atividade econômica dos municípios do Coração do Cerrado. Mas estava sofrendo: o e-commerce avançava, Uberlândia ficava cada vez mais próxima com seus shoppings e comércio desenvolvido, e os pequenos comerciantes da região não tinham ferramentas nem comunidade para reagir.
A Licornne criou uma Comunidade de Prática de Inovação do Comércio — um modelo simples, acessível e longevo para uma região sem massa crítica de inovação formada. A comunidade reuniu comerciantes líderes e professores de faculdades locais como âncoras. Juntos, assistiam cursos online de inovação, trocavam experiências e aplicavam o que aprendiam diretamente nos seus comércios.
O resultado foi real e mensurável: melhoria na oferta dos produtos e serviços, aumento de vendas e fortalecimento dos negócios locais. Mais do que isso — a comunidade ganhou vida própria, tornou-se longeva e dinâmica, com impacto duradouro na cultura de inovação do comércio regional.
Um projeto que provou que inovação não precisa de ecossistema sofisticado para acontecer. Precisa de pessoas certas, de uma comunidade real e de uma metodologia que respeite o território onde está sendo aplicada.


SEED-MG — Programa de Aceleração de Startups de Minas Gerais
O que vem antes de validar — e por que isso muda tudo.
O SEED-MG é o primeiro programa estadual de apoio a startups do Brasil — uma referência nacional em aceleração de empreendimentos inovadores, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Quando o programa estava no seu melhor momento, a Licornne foi chamada para contribuir com algo que nenhuma metodologia técnica de aceleração oferecia: a fundação de propósito.
O ecossistema brasileiro de startups vivia o apogeu do "fail fast" — uma leitura rasa da metodologia Lean Startup que transformou pivotação em cultura e validação em festival de erros sem norte. O problema não era a metodologia, era a ausência do que vem antes dela: saber quem você é e por que está fazendo o que está fazendo. Empreendedores que não sabem seu próprio propósito não pivotam — se perdem.
A Licornne aplicou a Terapia Empreendedora — hoje sistematizada como DNA: Design de Negócios Autênticos — como programa de formação integrado à aceleração. O trabalho começou com um diagnóstico coletivo de propósito com todos os empreendedores do programa. Em seguida, uma trilha individual aprofundada com 20 das 40 startups participantes.
Duas frentes de mentoria emergiram como as mais transformadoras. A primeira unia propósito e comportamento com design de proposta de valor e modelo de negócios — mais efetiva, para muitos, do que a própria aceleração técnica. A segunda unia propósito com go-to-market, aplicando a lógica do míssil teleguiado — abordagem relacional e precisa que substituiu a prospecção genérica e gerou resultados concretos de vendas.
Para os empreendedores que percorreram essa trilha, o efeito foi claro: sabendo quem eram e por que faziam o que faziam, as ferramentas de aceleração passaram a ter chão onde pousar.
O SEED-MG é o primeiro programa estadual de apoio a startups do Brasil — uma referência nacional em aceleração de empreendimentos inovadores, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Quando o programa estava no seu melhor momento, a Licornne foi chamada para contribuir com algo que nenhuma metodologia técnica de aceleração oferecia: a fundação de propósito.
O ecossistema brasileiro de startups vivia o apogeu do "fail fast" — uma leitura rasa da metodologia Lean Startup que transformou pivotação em cultura e validação em festival de erros sem norte. O problema não era a metodologia, era a ausência do que vem antes dela: saber quem você é e por que está fazendo o que está fazendo. Empreendedores que não sabem seu próprio propósito não pivotam — se perdem.
A Licornne aplicou a Terapia Empreendedora — hoje sistematizada como DNA: Design de Negócios Autênticos — como programa de formação integrado à aceleração. O trabalho começou com um diagnóstico coletivo de propósito com todos os empreendedores do programa. Em seguida, uma trilha individual aprofundada com 20 das 40 startups participantes.
Duas frentes de mentoria emergiram como as mais transformadoras. A primeira unia propósito e comportamento com design de proposta de valor e modelo de negócios — mais efetiva, para muitos, do que a própria aceleração técnica. A segunda unia propósito com go-to-market, aplicando a lógica do míssil teleguiado — abordagem relacional e precisa que substituiu a prospecção genérica e gerou resultados concretos de vendas.
Para os empreendedores que percorreram essa trilha, o efeito foi claro: sabendo quem eram e por que faziam o que faziam, as ferramentas de aceleração passaram a ter chão onde pousar.


PNUD-ONU — Aceleração de Negócios da Sociobiodiversidade
Negócios que nascem da terra — e precisam aprender a voar.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento selecionou a Raízes Desenvolvimento Sustentável para conduzir um programa de aceleração de negócios da sociobiodiversidade do Cerrado e da Mata Atlântica, com apoio do Instituto humanize. Felipe França foi convidado como mentor do programa — trazendo a Terapia Empreendedora como camada de fundação para os empreendedores selecionados.
O desafio era singular: negócios sociais, bioeconomicos e ecológicos carregam um propósito extraordinário — mas muitas vezes não sabem como transformá-lo em modelo de negócio sustentável. São empreendedores que conhecem profundamente seu território, sua cadeia produtiva, sua comunidade — mas que ainda não encontraram a linguagem para traduzir tudo isso em proposta de valor, em go-to-market, em viabilidade econômica real.
A Terapia Empreendedora entrou exatamente nesse espaço: antes de qualquer ferramenta de aceleração, o trabalho foi de escuta profunda do propósito de cada empreendedor. Quem são, por que fazem o que fazem, e como essa razão de ser pode se tornar o motor econômico do negócio — não apesar da missão socioambiental, mas por causa dela.
Em três meses de jornada intensa — 98 horas de conteúdo e acompanhamento por empreendedor — 30 negócios selecionados percorreram mentorias coletivas, individuais e assessorias específicas. 27 dos 30 chegaram ao fim e apresentaram seus pitchs no evento vitrine. Todos os concluintes declararam ter atingido plena ou parcialmente seus objetivos.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento selecionou a Raízes Desenvolvimento Sustentável para conduzir um programa de aceleração de negócios da sociobiodiversidade do Cerrado e da Mata Atlântica, com apoio do Instituto humanize. Felipe França foi convidado como mentor do programa — trazendo a Terapia Empreendedora como camada de fundação para os empreendedores selecionados.
O desafio era singular: negócios sociais, bioeconomicos e ecológicos carregam um propósito extraordinário — mas muitas vezes não sabem como transformá-lo em modelo de negócio sustentável. São empreendedores que conhecem profundamente seu território, sua cadeia produtiva, sua comunidade — mas que ainda não encontraram a linguagem para traduzir tudo isso em proposta de valor, em go-to-market, em viabilidade econômica real.
A Terapia Empreendedora entrou exatamente nesse espaço: antes de qualquer ferramenta de aceleração, o trabalho foi de escuta profunda do propósito de cada empreendedor. Quem são, por que fazem o que fazem, e como essa razão de ser pode se tornar o motor econômico do negócio — não apesar da missão socioambiental, mas por causa dela.
Em três meses de jornada intensa — 98 horas de conteúdo e acompanhamento por empreendedor — 30 negócios selecionados percorreram mentorias coletivas, individuais e assessorias específicas. 27 dos 30 chegaram ao fim e apresentaram seus pitchs no evento vitrine. Todos os concluintes declararam ter atingido plena ou parcialmente seus objetivos.


Videna Bio Solutions — Modelagem de Negócio
Bio-insumos como serviço. Agricultura regenerativa como modelo de negócio.
A Videna Bio Solutions nasceu de uma ideia disruptiva: em vez de vender biodefensivos em litros como se fossem agrotóxicos, instalar biolaboratórios diretamente nas fazendas e operar a produção de microorganismos no próprio local de uso. Um modelo Design-Build-Operate que elimina impostos, logística e custos industriais — e entrega ao produtor rural uma redução de até 70-100% no uso de defensivos químicos em cinco a sete anos.
A Licornne foi responsável por toda a modelagem de negócio, a estruturação da sustentabilidade financeira e o modelo econômico-financeiro da startup. O trabalho traduziu uma inovação tecnológica genuína em uma tese de investimento robusta e escalável — incluindo o modelo de receita por hectare, o fluxo de caixa por DBO, a estrutura societária tributariamente eficiente e o plano de escala para o Centro-Oeste brasileiro.
O proof of concept na fazenda Monte Alegre, em Mato Grosso, comprovou a viabilidade: 50% de redução no uso de inseticidas e fungicidas já no primeiro ano de operação do Videna Lab.
Um negócio que prova que sustentabilidade e rentabilidade não competem — quando o modelo de negócio é desenhado com rigor.
A Videna Bio Solutions nasceu de uma ideia disruptiva: em vez de vender biodefensivos em litros como se fossem agrotóxicos, instalar biolaboratórios diretamente nas fazendas e operar a produção de microorganismos no próprio local de uso. Um modelo Design-Build-Operate que elimina impostos, logística e custos industriais — e entrega ao produtor rural uma redução de até 70-100% no uso de defensivos químicos em cinco a sete anos.
A Licornne foi responsável por toda a modelagem de negócio, a estruturação da sustentabilidade financeira e o modelo econômico-financeiro da startup. O trabalho traduziu uma inovação tecnológica genuína em uma tese de investimento robusta e escalável — incluindo o modelo de receita por hectare, o fluxo de caixa por DBO, a estrutura societária tributariamente eficiente e o plano de escala para o Centro-Oeste brasileiro.
O proof of concept na fazenda Monte Alegre, em Mato Grosso, comprovou a viabilidade: 50% de redução no uso de inseticidas e fungicidas já no primeiro ano de operação do Videna Lab.
Um negócio que prova que sustentabilidade e rentabilidade não competem — quando o modelo de negócio é desenhado com rigor.
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